segunda-feira, 17 de maio de 2010

confissões

Eu não sei o que é isso,
Vem carregado de intenções e interrogações
Mas eu preciso de uma única resposta:
Quero ouvir meu nome vazar dos seus lábios
E ir parar direto ao pé do meu ouvido.

Farei de seus braços um cachecol pro meu pescoço
Seus olhos, uma lanterna pro meu escuro
E seu sorriso é uma canção que já grudou em mim.

Vem cá meu anjo, vou te contar um segredo
Quero você pra chamar de meu
Pra eu te colocar em mais poemas imperfeitos;
Eu tenho aqui um coração acelerado que é só seu!

4 comentários:

Daniel disse...

Heloisa, achei fantástica essa parte em especial:

"Farei de seus braços um cachecol pro meu pescoço
Seus olhos, uma lanterna pro meu escuro
E seu sorriso é uma canção que já grudou em mim."

Parabéns.
Beijos

Jéll C. disse...

Que lindo Helo *-*
Obrigada pela visita ao meu blog. to seguindo o seu, adorei aqui ;**

Leon K. Nunes disse...

Nossa, bonito hein, você deveria dar uma aula para seus leitores, porque você sabe né, eu às vezes teimo de poeta, mas apenas teimo, pois sou mal com versos, na mesma medida em que eu talvez seja bom com a prosa; no aguardo de postagens pedagógicas a respeito de como ser assim, incisivo e poético, como você.

Quanto ao destinatário do poema, eis um sujeito de muita sorte (talvez nem saiba a sorte que tem...)

Beijão, bom te ver. Até a vista!

Lorena Morais disse...

Adorei o abraço de cachecol. Daquele que esquenta aonde a gente mais precisa.
Amor é pura poesia!

Saudades daqui