quinta-feira, 22 de abril de 2010

Mais um daqueles...

There are many things that I'd
Like to say to you
But I don't now how!
Oasis
Você não tem ideia do que eu sinto por você.
Na verdade nem eu tenho.
Eu só sei que sinto minhas pernas tremerem toda vez que você se aproxima de mim.
Eu não tenho sentimentos definidos desde o dia em que eu realmente te conheci.
Desde aquele dia, ando fora de radar, sem ar e sem chão.
Ainda não me dei conta de que é tudo muito platônico, pois então deixe-me sonhar.
Eu gosto de te olhar e simplesmente rir de qualquer bobagem que você diz.
Deixe meu interior brilhar quando esse seu olhar sem intenções se encontra com o meu.
Um dia esse teu fogo não vai mais me derreter.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Rascunhos.

Pensei em lhe escrever um poema.
Pode ser daqueles apaixonados, que eu faço observando sua boca, que me diz coisas que mesmo que eu não entenda, eu concordo, já que estou ocupada demais namorando - em segredo - o seu sorriso. [...] Ou um daqueles versos rápidos que eu já sonhei em falar ao pé do seu ouvido... quem sabe um daqueles que me vem em mente, nos minutos em que eu fico sem fala, perdida nos seus olhos castanhos.
Sinto ferver em mim um desejo louco de gritar pro mundo que eu te amo. Gritar que eu fui fraca, que eu não aguentei, que eu me apaixonei por você sabendo que estava errada demais. Mas controlo essa vontade insana todo santo dia, como alguém que se livrou de um vício há pouco tempo, embora, dentro de mim ainda more um vulcão que entra em erupção toda vez que, num tom despreoculpado, você põe a mão no meu braço e diz o meu nome.
O mais triste é que eu disfarço bem demais, e sigo assim, te admirando de longe. Me culpando por não te deixar saber de um sentimento tão bonito, e por deixar a insegurança me dominar.
Não tenha pena de mim quando descobrir tudo, se por acaso decidir que eu não sou a garota certa pra você. Ando meio acostumada a me afogar em utopias.
Embora esteja certa de que posso te fazer feliz.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um breve adeus

Eu estou num poço de escuridão do qual eu não consigo sair.
Numa fase tão triste da minha vida, que eu já me questionei sobre a razão de eu ainda estar de pé. Eu não sei o que fazer.
Preciso aprender que nunca vou consertar o mundo.
E enquanto eu tento fazê-lo, ele anda se acabando.
Me desculpem pela minha ausência, mas ela vai aumentar por esses dias.
Ando tão infeliz que não consigo mais falar de amor, logo não tenho inspiração pra escrever. Se os laços de amor mais forte que eu já vi estão se desfazendo na minha frente, como é que eu posso acreditar naquele amor eterno do qual eu tanto falo?
Obrigada, volto em breve.
Heloísa